Publicado em 03 jun 2026 • por Maria Ester Jardim Rossoni •
Atendimento reforça acolhimento a pessoas idosas durante o Junho Prata
Aos 103 anos, Laudelina de Carvalho Pereira foi atendida no Núcleo Regional de Identificação de Fátima do Sul para solicitar a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN). O atendimento foi realizado na terça-feira (2), no PI-32, unidade vinculada à Polícia Científica de Mato Grosso do Sul.
O agendamento foi feito pelo site de serviços da Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública), com escolha do horário mais adequado para a família. No posto, Laudelina passou pelos procedimentos necessários para a solicitação do documento e foi atendida pela perita papiloscopista Marlene Melo.
“Dona Laudelina é um exemplo de vitalidade e sabedoria. Estava muito lúcida, com um sorriso no rosto e curiosa para saber quem a atendia”, relatou Marlene
O caso ocorreu no início do Junho Prata, mês voltado à conscientização sobre a proteção e os direitos da pessoa idosa. O atendimento reforça uma prática que integra a rotina dos postos de identificação: acolher o cidadão conforme suas necessidades, com atenção especial a idosos, pessoas com deficiência, acamados ou com dificuldade de locomoção.
Para Marlene, atendimentos como esse mostram que a emissão da identidade também envolve escuta, orientação e respeito à trajetória de cada pessoa.
“É uma honra receber pessoas como dona Laudelina, que carregam tanta história e nos ensinam sobre a vida. O atendimento foi feito com dedicação, respeito e atenção a cada etapa do procedimento”, afirmou a perita papiloscopista.
A Carteira de Identidade Nacional reúne o CPF como número único de identificação e substitui gradualmente o antigo modelo de RG. Em Mato Grosso do Sul, a emissão é feita mediante agendamento, com atendimento nos postos de identificação da Capital e do interior.
Mais do que atualizar um documento, o atendimento garante acesso a direitos e serviços que dependem da identificação civil. Para pessoas idosas, esse cuidado reduz barreiras no acesso ao serviço público e preserva a autonomia de quem precisa manter a documentação regularizada.